Astrid Holm

Astrid Holm

Sobre

Nascida Astrid Vilhelmine Rasmussen em Sønder Bjerge Sogn, município de Sorø, na ilha de Zelândia, era filha do hoteleiro Hans Peter Rasmussen e de sua esposa, Maren Sofie Rasmussen (nascida Larsen). Estudou no Balé Real Dinamarquês, mas deixou a instituição em 1910 para seguir carreira como atriz de palco. Durante os anos da Primeira Guerra Mundial, atuou no Det Ny Teater, na capital, Copenhague. No início da década de 1920, foi contratada pelo Teatro Real Dinamarquês por quatro temporadas, a pedido do diretor teatral Johannes Poulsen. De 1927 a 1940, trabalhou em vários teatros de toda a Dinamarca e, com frequência, deixava o teatro para morar no exterior. No início dos anos 1940, foi contratada pelo Teatro de Frederiksberg, sob a direção de Svend Melsing, e, em seguida, pelo Teatro Allé-Scenen, sob a direção de Svend Rindom. A partir de meados da década de 1940, raramente se apresentou nos palcos, mas ocasionalmente atuou em radioteatro. Astrid Holm estreou no cinema em 1917, na Dansk Filmfabrik, no filme Søstrene Morelli (The Sisters Morelli), e no ano seguinte tinha contrato com a Nordisk Film. Seu primeiro filme para a Nordisk foi Folkets Ven (The People's Friend), de 1918, dirigido por Holger-Madsen, no qual contracenou com Gunnar Tolnæs e Svend Kornbeck. Em seguida, participou de vários filmes populares para Emanuel Gregers. Um de seus papéis mais conhecidos foi o da irmã Edith em Körkarlen (A Carruagem Fantasma), filme mudo sueco de 1921 dirigido por Victor Sjöström. A obra foi baseada no romance Thy Soul Shall Bear Witness!, de 1912, da escritora sueca Selma Lagerlöf, vencedora do Prêmio Nobel. Em 1925, estrelou ao lado de Johannes Meyer o drama Du skal ære din hustru (Thou Shalt Honor Thy Wife), dirigido por Carl Theodor Dreyer. Esse seria o último papel de Holm no cinema por muitos anos. Astrid Holm voltou ao cinema em 1942, com Ta' briller på, dirigido por Arne Weel e estrelado por Liva Weel e Hans Egede Budtz. Ela participaria de mais quatro filmes ao longo da década de 1940, antes de se afastar das telas por causa de problemas de saúde. Sua última aparição no cinema foi em Mani, de 1947, dirigido por Holger Gabrielsen. Astrid Holm foi casada com o bailarino Holger Holm, que morreu em 1916. Durante a década de 1950, tornou-se reclusa, sofrendo de diversas enfermidades. Morreu em 1961, aos 68 anos.

Filmes em cartaz em Hortolândia

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